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Ofertas somam R$ 48,8 bilhões em agosto, informa Anbima

Agro•Atualizado há 25 d
Ofertas somam R$ 48,8 bilhões em agosto, informa Anbima
Em 30 segundos
• O que aconteceu:O mercado de capitais brasileiro registrou um volume de R$ 48,8 bilhões em ofertas encerradas durante o mês de agosto. O montante representa uma retração de 16% quando comparado aos R$ 58 bilhões movimentados no mesmo período de 2025, conforme dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Apesar da queda mensal, o acumulado do ano apresenta um cenário positivo, com as emissões domésticas totalizando R$ 485 bilhões, o que indica um crescimento de 7,1% em relação ao desempenho observado no ano anterior.
• Onde:Regional
• Quem é afetado:População regional
• O que acontece agora:Acompanhamento dos desdobramentos oficiais pela redação

Resumo Minuto Regional

O mercado de capitais brasileiro registrou um volume de R$ 48,8 bilhões em ofertas encerradas durante o mês de agosto. O montante representa uma retração de 16% quando comparado aos R$ 58 bilhões movimentados no mesmo período de 2025, conforme dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Apesar da queda mensal, o acumulado do ano apresenta um cenário positivo, com as emissões domésticas totalizando R$ 485 bilhões, o que indica um crescimento de 7,1% em relação ao desempenho observado no ano anterior.

As debêntures mantiveram a posição de liderança entre os instrumentos de captação, sendo responsáveis por R$ 21,5 bilhões, ou 44,1% do total registrado em agosto. Contudo, houve uma redução de 35,2% no volume desse instrumento na comparação direta com o mês de julho. O desempenho reflete uma mudança na composição das captações, com maior participação de instrumentos ligados a recebíveis, conforme análise de Guilherme Maranhão, presidente do Fórum de Estruturação de Mercado de Capitais da Anbima.

O destaque do período ficou por conta dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs), que movimentaram cerca de R$ 14,5 bilhões. O resultado representa o segundo maior volume mensal para o instrumento em 2026, com uma alta expressiva de 116% frente a julho e de 146,3% na comparação anual. No acumulado de 2026, as captações via FIDCs já ultrapassam a marca de R$ 74 bilhões.

Outros instrumentos de crédito também apresentaram crescimento relevante. Os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) somaram R$ 2,4 bilhões, um avanço de 32,5% em relação a julho. Já os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) atingiram R$ 2,2 bilhões, volume quase três vezes superior ao registrado no mês anterior, que foi de R$ 776,8 milhões.

No segmento de instrumentos híbridos, os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) captaram R$ 5,1 bilhões, patamar inferior aos R$ 11,7 bilhões observados em julho. Em contrapartida, os Fiagros movimentaram cerca de R$ 1,4 bilhão, volume 26 vezes maior do que o registrado em agosto de 2025. O cenário consolidado reforça a diversificação das estruturas de captação no mercado doméstico.

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  • Tema: Agro.
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