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DI longo sobe com dólar, e ponta curta fica estável após ata do Copom

Agro•Atualizado há 19 d
DI longo sobe com dólar, e ponta curta fica estável após ata do Copom
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• O que aconteceu:O mercado de juros futuros iniciou as negociações desta terça-feira, 22 de outubro, com comportamentos distintos conforme o prazo dos contratos. Enquanto os vencimentos de curto prazo mantiveram estabilidade, os contratos de prazos médios e longos apresentaram viés de alta, refletindo a influência direta da valorização do dólar frente a diversas moedas de países emergentes e exportadores de commodities, como o peso mexicano, o rublo russo e o dólar australiano.
• Onde:Regional
• Quem é afetado:População regional
• O que acontece agora:Acompanhamento dos desdobramentos oficiais pela redação

Resumo Minuto Regional

O mercado de juros futuros iniciou as negociações desta terça-feira, 22 de outubro, com comportamentos distintos conforme o prazo dos contratos. Enquanto os vencimentos de curto prazo mantiveram estabilidade, os contratos de prazos médios e longos apresentaram viés de alta, refletindo a influência direta da valorização do dólar frente a diversas moedas de países emergentes e exportadores de commodities, como o peso mexicano, o rublo russo e o dólar australiano.

A dinâmica observada nas primeiras horas do dia foi marcada pela repercussão da ata do Comitê de Política Monetária (Copom). O documento, que detalha as decisões e as visões dos diretores do Banco Central sobre a economia, teve um efeito mais contido e limitado sobre a ponta curta da curva de juros, que reagiu com maior neutralidade às informações divulgadas.

Em números, por volta das 9h15, o contrato de depósito interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2027 registrava 13,550%, uma leve variação em relação aos 13,547% observados no ajuste anterior. O movimento de alta tornou-se mais evidente nos prazos mais distantes: o DI para janeiro de 2029 subiu de 13,712% para 13,760%, enquanto o contrato para janeiro de 2031 avançou de 13,912% para 13,960%.

O cenário externo, por outro lado, apresentou indicadores que poderiam sugerir um alívio, mas que não foram suficientes para conter a pressão sobre os juros de longo prazo no Brasil. Tanto os rendimentos dos Treasuries, os títulos do Tesouro norte-americano, quanto os preços do petróleo operavam em queda no mercado internacional durante a manhã. Contudo, essa tendência global não impediu que a curva doméstica mantivesse a trajetória de alta nos vencimentos médios e longos.

A atenção dos investidores permanece voltada para a interpretação dos dados contidos na ata do Copom e para a volatilidade do câmbio. O mercado segue monitorando como esses fatores externos e a política monetária interna continuarão a moldar as expectativas para os próximos meses, mantendo o ambiente financeiro sob observação constante diante das oscilações registradas na abertura dos negócios desta terça-feira.

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