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Boi gordo: preço da arroba continua em ascensão; confira as cotações

Agro•Atualizado há 26 d
Boi gordo: preço da arroba continua em ascensão; confira as cotações
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• O que aconteceu:O mercado físico do boi gordo mantém trajetória de alta em diversas regiões produtoras do país. O cenário atual é marcado por negociações que superam as referências médias, especialmente em um contexto onde frigoríficos de menor porte enfrentam desafios crescentes para organizar suas escalas de abate. Enquanto isso, as indústrias de maior escala operam com mais tranquilidade, utilizando estoques próprios de confinamento e animais de parceria para garantir o abastecimento.
• Onde:Regional
• Quem é afetado:População regional
• O que acontece agora:Acompanhamento dos desdobramentos oficiais pela redação

Resumo Minuto Regional

O mercado físico do boi gordo mantém trajetória de alta em diversas regiões produtoras do país. O cenário atual é marcado por negociações que superam as referências médias, especialmente em um contexto onde frigoríficos de menor porte enfrentam desafios crescentes para organizar suas escalas de abate. Enquanto isso, as indústrias de maior escala operam com mais tranquilidade, utilizando estoques próprios de confinamento e animais de parceria para garantir o abastecimento.

O comportamento dos preços reflete uma dinâmica distinta entre os estados. Em São Paulo, a arroba atingiu a média de R$ 351, ante R$ 350,33 no dia anterior. Em Goiás, o valor subiu para R$ 342,86, enquanto em Minas Gerais a cotação chegou a R$ 337,12. No Mato Grosso do Sul, o preço médio registrado foi de R$ 347,84, e no Mato Grosso, a arroba foi negociada a R$ 331,08. Esses números confirmam a tendência de valorização observada nas últimas sessões.

No setor atacadista, os preços permanecem nos patamares estabelecidos após os reajustes recentes. O quarto traseiro está cotado a R$ 27,50 por quilo, o quarto dianteiro a R$ 19,50 e a ponta de agulha a R$ 18,50. A movimentação econômica foi impulsionada pela entrada de salários na primeira metade do mês, o que favoreceu a reposição entre atacado e varejo, embora a expectativa para a segunda quinzena seja de um ritmo de consumo menos acelerado.

Analistas apontam que a carne bovina enfrenta limitações para novas altas significativas devido à concorrência com proteínas mais acessíveis. Os cortes de frango e suínos apresentam maior competitividade, o que restringe o espaço para valorizações expressivas da carne bovina em um cenário de menor poder de compra das famílias. O mercado segue monitorando atentamente o fluxo semanal de exportação e as oscilações nos preços do atacado.

O câmbio também exerce influência sobre o setor. O dólar comercial encerrou o dia com alta de 0,10%, cotado a R$ 5,1537 para venda. Durante a sessão, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1266 e a máxima de R$ 5,1616. A variação cambial é um dos fatores acompanhados pelos agentes do mercado, dado o impacto direto nas operações de exportação e na composição dos custos e receitas da cadeia produtiva da pecuária nacional.

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  • Tema: Agro.
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