Em 2025, o João Rock destinou corretamente mais de 14 toneladas de resíduos e reduziu em 46% o consumo de energia com créditos renováveis certificados. Na 23ª edição, o festival foi além: passou a rastrear resíduos desde a montagem até a desmontagem das estruturas com a meta de aumentar em 30% o reaproveitamento de resíduos orgânicos por compostagem.
A Cooperagir, cooperativa que emprega catadores locais, faz a triagem de todo o material recolhido, uma cadeia que gera renda na região além de dar destino correto ao lixo do festival.
Gestão de resíduos e energia limpa
Até este ano, o controle ambiental do festival cobria apenas os dias de evento. Agora, a produção rastreou também os resíduos da montagem e desmontagem: entulho de construção civil, madeira, ferragens, lonas, plásticos e metais foram separados na origem e encaminhados para reciclagem.
A Cooperagir, cooperativa que emprega catadores locais, faz a triagem de todo o material recolhido, uma cadeia que gera renda na região além de dar destino correto ao lixo do festival.
O que mais importa
- Em 2025, o João Rock destinou corretamente mais de 14 toneladas de resíduos e reduziu em 46% o consumo de energia com créditos renováveis certificados. Na 23ª edição, o festival foi além: passou a rastrear resíduos desde a montagem até a desmontagem das estruturas com a meta de aumentar em 30% o reaproveitamento de resíduos orgânicos por compostagem.
- Gestão de resíduos e energia limpa
- A notícia tem recorte direto para Ribeirão Preto/SP, com relevância para quem acompanha a rotina e a memória da cidade.
- A referência principal é a cobertura publicada por G1 Ribeirão Preto e Franca.
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