A falta de abastecimento de água em Guarujá, no litoral de São Paulo, motivou a criação de um comitê de crise. A decisão foi tomada em uma reunião entre a prefeitura, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado (Arsesp).
Participaram da reunião o prefeito de Guarujá, Farid Said Madi (Podemos), e os presidentes da Sabesp, Carlos Piani, e da Arsesp, Diego Allan Vieira.
No encontro, realizado na noite de terça-feira (4), ficou definido que o gabinete emergencial terá duração de 30 a 40 dias. O grupo vai gerenciar a demanda por caminhões-pipa e o abastecimento nas áreas com situação mais crítica. A expectativa é que o problema seja sanado com a conclusão da obra da travessia subaquática (veja abaixo).
Participaram da reunião o prefeito de Guarujá, Farid Said Madi (Podemos), e os presidentes da Sabesp, Carlos Piani, e da Arsesp, Diego Allan Vieira.
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O que mais importa
- A falta de abastecimento de água em Guarujá, no litoral de São Paulo, motivou a criação de um comitê de crise. A decisão foi tomada em uma reunião entre a prefeitura, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado (Arsesp).
- No encontro, realizado na noite de terça-feira (4), ficou definido que o gabinete emergencial terá duração de 30 a 40 dias. O grupo vai gerenciar a demanda por caminhões-pipa e o abastecimento nas áreas com situação mais crítica. A expectativa é que o problema seja sanado com a conclusão da obra da travessia subaquática (veja abaixo).
- A notícia tem recorte direto para Santos/SP, com relevância para quem acompanha a rotina e a memória da cidade.
- A referência principal é a cobertura publicada por TV Tribuna.
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