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Dólar sobe a R$ 5,1479 com aversão a risco e petróleo em alta

Agro•Atualizado há 24 d
Dólar sobe a R$ 5,1479 com aversão a risco e petróleo em alta
Em 30 segundos
• O que aconteceu:O dólar encerrou o pregão desta segunda-feira (14) cotado a R$ 5,1479, registrando uma valorização de 0,44%. A moeda americana iniciou o dia sob forte pressão, chegando a atingir a máxima de R$ 5,1830 durante a manhã, impulsionada pela aversão ao risco nos mercados globais e pela disparada nos preços do petróleo, que se aproximaram da marca de US$ 110 por barril.
• Onde:Regional
• Quem é afetado:População regional
• O que acontece agora:Acompanhamento dos desdobramentos oficiais pela redação

Resumo Minuto Regional

O dólar encerrou o pregão desta segunda-feira (14) cotado a R$ 5,1479, registrando uma valorização de 0,44%. A moeda americana iniciou o dia sob forte pressão, chegando a atingir a máxima de R$ 5,1830 durante a manhã, impulsionada pela aversão ao risco nos mercados globais e pela disparada nos preços do petróleo, que se aproximaram da marca de US$ 110 por barril.

O cenário de incerteza internacional foi atenuado no período da tarde, quando a cotação da moeda reduziu seu ritmo de alta. O movimento de estabilização acompanhou a moderação nos preços do petróleo, que fecharam o contrato do Brent para novembro em US$ 105,68, uma alta de 1,02%. O alívio parcial ocorreu após declarações sobre possíveis acordos diplomáticos envolvendo o Irã e negociações entre Ucrânia e Rússia para a suspensão de ataques a infraestruturas energéticas, embora o governo iraniano tenha refutado as informações divulgadas pelo presidente dos Estados Unidos.

No âmbito doméstico, o comportamento do câmbio também reflete o cenário eleitoral. Apesar das duas altas consecutivas, a moeda acumula queda de 0,62% em setembro. O mercado monitora pesquisas de intenção de voto, como a da Quaest, que apontou Flávio Bolsonaro com 42% e Luiz Inácio Lula da Silva com 40% em simulação de segundo turno, contrastando com dados do Datafolha divulgados na sexta-feira (11), que indicavam 46% para Lula e 44% para Flávio.

A atenção dos investidores está voltada para a chamada superquarta, marcada para o dia 16. A expectativa é de que o Federal Reserve eleve os juros americanos em 0,25 ponto porcentual, enquanto o Banco Central brasileiro deve promover um novo corte de 0,25 ponto na taxa Selic. Instituições como Bank of America e HSBC revisaram suas projeções para a taxa básica de juros doméstica, apostando na continuidade do ciclo de ajustes nos próximos meses.

O mercado financeiro permanece sensível aos desdobramentos da política monetária e à volatilidade dos preços de energia. O índice DXY, que compara o dólar a uma cesta de moedas fortes, encerrou o dia em alta de 0,39%, enquanto a taxa da T-note de 10 anos operava em 4,98%. Analistas do banco ING avaliam que, devido ao consenso sobre o aperto monetário nos Estados Unidos, a reação do dólar após a decisão do Fed pode ser limitada.

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