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BNDES aprova R$ 180,7 milhões para duas plantas de biometano em ES e SP

Agro•Atualizado há 19 d
BNDES aprova R$ 180,7 milhões para duas plantas de biometano em ES e SP
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• O que aconteceu:O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um financiamento de R$ 180,7 milhões destinado à construção de duas novas plantas de produção de biometano. Os projetos serão instalados nos estados do Espírito Santo e de São Paulo, utilizando biogás capturado de aterros sanitários para a fabricação de combustível renovável. A iniciativa é conduzida pelas empresas GNR Vila Velha e GNR Mauá, fruto de uma parceria entre os grupos Lara e MDC Energia.
• Onde:Regional
• Quem é afetado:População regional
• O que acontece agora:Acompanhamento dos desdobramentos oficiais pela redação

Resumo Minuto Regional

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um financiamento de R$ 180,7 milhões destinado à construção de duas novas plantas de produção de biometano. Os projetos serão instalados nos estados do Espírito Santo e de São Paulo, utilizando biogás capturado de aterros sanitários para a fabricação de combustível renovável. A iniciativa é conduzida pelas empresas GNR Vila Velha e GNR Mauá, fruto de uma parceria entre os grupos Lara e MDC Energia.

O aporte financeiro é composto por recursos provenientes do Fundo Clima e da linha BNDES Finem. Do montante total aprovado pelo banco, R$ 78,8 milhões serão aplicados na unidade capixaba, enquanto R$ 101,9 milhões serão direcionados ao projeto na Grande São Paulo. Somando-se o crédito concedido pelo BNDES aos aportes realizados pelas empresas parceiras, o investimento total para a viabilização das duas plantas alcança a marca de R$ 245 milhões.

As unidades terão uma capacidade instalada conjunta de 97 mil Nm³ por dia de biometano. A planta de Vila Velha contribuirá com 32 mil Nm³/dia, enquanto a unidade de Mauá será responsável pela produção de 65 mil Nm³/dia. O processo produtivo baseia-se na captura do biogás gerado pela decomposição de resíduos sólidos urbanos nos aterros sanitários administrados pelo Grupo Lara, transformando o que seria um passivo ambiental em uma fonte de energia renovável.

A expectativa é que a operação comercial das duas plantas tenha início no primeiro semestre de 2027. Para garantir o escoamento da produção, as empresas já firmaram contratos de longo prazo com a Ultragaz, que será a responsável pela comercialização do combustível. Segundo o BNDES, a iniciativa reforça a transição energética e a economia circular no país, ao mesmo tempo em que amplia a oferta de combustíveis sustentáveis na matriz nacional.

Além do impacto na produção de energia, os empreendimentos devem movimentar o mercado de trabalho local. A fase de construção das plantas tem previsão de gerar 575 postos de trabalho, considerando contratações diretas e indiretas. Após a conclusão das obras e o início da operação, as unidades deverão manter mais de 50 vagas de emprego permanentes, consolidando uma nova cadeia produtiva voltada à inovação e à sustentabilidade energética.

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  • Tema: Agro.
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