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Batata, cebola, alface e mamão recuam mais de 10% no atacado em agosto

Agro•Atualizado há 19 d
Batata, cebola, alface e mamão recuam mais de 10% no atacado em agosto
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• O que aconteceu:O mercado atacadista brasileiro registrou uma queda expressiva nos preços de itens essenciais da cesta básica durante o mês de agosto. De acordo com o 9º Boletim Hortigranjeiro da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), batata, cebola, alface e mamão apresentaram recuos superiores a 10% na média ponderada de comercialização. O levantamento, que integra o Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), aponta que o movimento de baixa foi acompanhado por uma elevação de 4,5% no volume total de frutas negociadas nas Centrais de Abastecimento (Ceasas) monitoradas entre julho e agosto.
• Onde:Regional
• Quem é afetado:População regional
• O que acontece agora:Acompanhamento dos desdobramentos oficiais pela redação

Resumo Minuto Regional

O mercado atacadista brasileiro registrou uma queda expressiva nos preços de itens essenciais da cesta básica durante o mês de agosto. De acordo com o 9º Boletim Hortigranjeiro da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), batata, cebola, alface e mamão apresentaram recuos superiores a 10% na média ponderada de comercialização. O levantamento, que integra o Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), aponta que o movimento de baixa foi acompanhado por uma elevação de 4,5% no volume total de frutas negociadas nas Centrais de Abastecimento (Ceasas) monitoradas entre julho e agosto.

A batata foi um dos destaques do período, com queda média de 11,6% e preço médio de R$ 2,63 por quilo. Após uma sequência de altas iniciada em fevereiro, o aumento da oferta nos últimos dois meses reverteu a tendência de encarecimento. As reduções mais acentuadas ocorreram em Rio Branco, com 46,35%, seguida por São José, Curitiba e Rio de Janeiro. De forma semelhante, a cebola registrou recuo médio de 13,8%, com preços menores em nove das dez unidades analisadas. O abastecimento foi impulsionado principalmente pela produção de Minas Gerais e São Paulo, que concentraram metade do volume comercializado.

No setor de hortaliças, a alface apresentou queda média de 14,8%, sustentada pela safra de inverno, que garantiu o atendimento à demanda mesmo com uma retração de 4,3% na oferta em comparação a julho. Enquanto isso, o cenário para outros produtos foi distinto: a cenoura manteve estabilidade, com variação positiva de apenas 0,88%, ao passo que o tomate registrou um avanço de 18,13% na média ponderada.

Entre as frutas, o mamão teve redução de 10,9% nos preços, influenciado pela maior disponibilidade das variedades formosa e papaya no mercado, com quedas expressivas em Vitória e São Paulo. A melancia também ficou mais barata, com recuo de 3,24%, assim como a laranja, que teve baixa de 0,95%. Em contrapartida, a maçã e a banana apresentaram valorização, com altas de 2,72% e 4,32%, respectivamente, no período avaliado.

O desempenho do setor hortigranjeiro também se reflete no comércio exterior. Nos primeiros oito meses de 2026, o Brasil exportou 789 mil toneladas de frutas e hortaliças, um volume 10,6% maior do que o registrado no mesmo período de 2025. Esse aumento na quantidade exportada gerou um faturamento de US$ 1,01 bilhão, representando um crescimento de 20% na receita em comparação ao ano anterior. Os dados consolidados pela Conab servem como referência para o acompanhamento do abastecimento nacional e das tendências de preços praticados nas principais centrais de distribuição do país.

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  • Tema: Agro.
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