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Será que a soja subiu? Veja o que aconteceu com os preços em dia de USDA

Clima•Atualizado há 58 min
Será que a soja subiu? Veja o que aconteceu com os preços em dia de USDA
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• O que aconteceu:O mercado brasileiro de soja encerrou a última sexta-feira com poucas alterações nas cotações e um ritmo de comercialização lento. Segundo analistas, as ofertas no mercado físico permaneceram predominantemente nominais, com baixa participação de compradores e vendedores. O produtor rural brasileiro mantém o foco voltado ao avanço do plantio, impulsionado pelas chuvas recentes, o que contribui para que as negociações da safra nova sigam sem grandes movimentações.
• Onde:Regional
• Quem é afetado:População regional
• O que acontece agora:Acompanhamento dos desdobramentos oficiais pela redação

Resumo Minuto Regional

O mercado brasileiro de soja encerrou a última sexta-feira com poucas alterações nas cotações e um ritmo de comercialização lento. Segundo analistas, as ofertas no mercado físico permaneceram predominantemente nominais, com baixa participação de compradores e vendedores. O produtor rural brasileiro mantém o foco voltado ao avanço do plantio, impulsionado pelas chuvas recentes, o que contribui para que as negociações da safra nova sigam sem grandes movimentações.

No cenário internacional, a Bolsa de Chicago registrou um dia de volatilidade elevada. Os contratos futuros da soja com entrega em novembro fecharam em alta de 0,34%, cotados a US$ 12,92 por bushel, enquanto a posição para janeiro encerrou a US$ 13,08 por bushel. O movimento foi influenciado pela divulgação do relatório mensal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que elevou a estimativa da safra norte-americana para 124,15 milhões de toneladas e aumentou a projeção de produtividade para 53,1 bushels por acre.

Apesar da oscilação externa e da queda de 0,77% do dólar comercial, que fechou a R$ 4,9855, o mercado físico brasileiro apresentou apenas ajustes pontuais. Em Passo Fundo (RS), a saca subiu de R$ 147,50 para R$ 148,00, enquanto em Santa Rosa (RS) o valor passou de R$ 148,50 para R$ 149,00. No Paraná, Cascavel registrou alta para R$ 144,50 e Paranaguá atingiu R$ 155,50. Em Rondonópolis (MT), a cotação subiu para R$ 142,00, ao passo que Dourados (MS) e Rio Verde (GO) mantiveram os preços em R$ 141,00 e R$ 140,00, respectivamente.

As perspectivas para a produção brasileira na temporada 2026/27 indicam um cenário de crescimento. Estimativas apontam uma colheita de 181,837 milhões de toneladas, o que representa uma alta de 2% em relação ao ciclo anterior. Esse incremento é sustentado pela expansão da área plantada, projetada em 49,542 milhões de hectares, um aumento de 2,1% frente aos 48,543 milhões de hectares cultivados na temporada 2025/26.

O relatório do USDA também trouxe dados sobre o mercado global, elevando a projeção da safra mundial de soja para 442,70 milhões de toneladas. Os estoques finais globais foram calculados em 124,28 milhões de toneladas, superando as expectativas iniciais do mercado. Enquanto isso, os subprodutos da soja acompanharam a tendência de alta em Chicago, com o farelo fechando a US$ 365,60 por tonelada e o óleo registrando ganho de 0,14% no pregão. O setor segue atento ao comportamento dos prêmios para 2026 e à evolução climática que dita o ritmo das atividades no campo.

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  • Tema: Clima.
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