Duas tragédias, separadas por mais de duas décadas, marcaram a trajetória de Luiz Cláudio de Almeida. Em 2003, ele perdeu o irmão na explosão do VLS, em Alcântara. Em 2024, a queda do voo 2283 colocou sob investigação problemas de segurança que o ex-piloto da Voepass disse ter alertado durante anos.
Humberto Alencar, copiloto do voo 2283 (à esq.), e Luiz Cláudio de Almeida (à dir.)
O depoimento dele ganhou destaque no relatório final da Polícia Federal (PF). Entre os comandantes ouvidos, a PF ressaltou a oitiva de Almeida e retomou declarações dele ao analisar as condutas de Raphael Limongi de Figueiredo e Rafael Gimenez Rodrigues, dois dos 16 indiciados pela queda que matou 62 pessoas em Vinhedo (SP).
Humberto Alencar, copiloto do voo 2283 (à esq.), e Luiz Cláudio de Almeida (à dir.)
Arquivo pessoal
O que mais importa
- Duas tragédias, separadas por mais de duas décadas, marcaram a trajetória de Luiz Cláudio de Almeida. Em 2003, ele perdeu o irmão na explosão do VLS, em Alcântara. Em 2024, a queda do voo 2283 colocou sob investigação problemas de segurança que o ex-piloto da Voepass disse ter alertado durante anos.
- O depoimento dele ganhou destaque no relatório final da Polícia Federal (PF). Entre os comandantes ouvidos, a PF ressaltou a oitiva de Almeida e retomou declarações dele ao analisar as condutas de Raphael Limongi de Figueiredo e Rafael Gimenez Rodrigues, dois dos 16 indiciados pela queda que matou 62 pessoas em Vinhedo (SP).
- A notícia tem recorte direto para Ribeirão Preto/SP, com relevância para quem acompanha a rotina e a memória da cidade.
- A referência principal é a cobertura publicada por G1 Ribeirão Preto e Franca.
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