Resumo Minuto Regional
Um professor temporário foi demitido na última segunda-feira (14) da Escola Estadual Professora Henriqueta Rivera Miranda, em Rifaina, no interior de São Paulo. O desligamento ocorreu após denúncias de que o docente teria ameaçado estudantes e colegas de trabalho, mencionando a intenção de cometer um massacre na unidade de ensino. O caso gerou temor entre a comunidade escolar e mobilizou pais e responsáveis.
De acordo com relatos de uma aluna de 13 anos, o professor de matemática teria afirmado que a mataria e que pretendia utilizar uma bomba para incendiar a escola, visando atingir outras pessoas. A estudante relatou que o comportamento do docente mudou ao longo do ano letivo e que ele também teria feito ameaças diretas a uma colega de profissão. Além das falas em sala de aula, uma publicação atribuída ao professor em uma rede social, contendo uma imagem de um adulto segurando uma arma e uma legenda de teor intimidador, agravou a preocupação dos pais.
A Unidade Regional de Ensino (URE) de Franca, responsável pela gestão da escola, confirmou o desligamento do profissional e o registro de um boletim de ocorrência. O órgão informou que o contrato temporário prevê o direito de manifestação do docente no prazo de três dias úteis, período em que a URE aguarda a apresentação de defesa para novas deliberações. O episódio foi inserido na plataforma do Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva-SP).
Apesar das medidas administrativas, pais de alunos relataram insegurança quanto à proteção física no ambiente escolar. Uma mãe afirmou que não observou reforço no policiamento ou presença de guardas na entrada e saída dos estudantes após a demissão. A Secretaria Estadual de Educação declarou que solicitou suporte à segurança da unidade junto à Secretaria de Segurança Pública (SSP). Até o momento, a pasta de segurança não se manifestou sobre o pedido de reforço solicitado pela educação.
A situação causou impacto direto na rotina dos alunos, com relatos de estudantes apavorados durante o período de provas. Responsáveis têm buscado a direção da escola para solicitar providências imediatas que garantam a tranquilidade de quem frequenta o local. A Secretaria Estadual de Educação reforçou, por meio de nota, que repudia a conduta do docente e mantém o compromisso com a segurança da comunidade escolar. O caso segue sob acompanhamento das autoridades regionais de ensino.
Contexto da publicação
- Localidade: Ribeirão Preto/SP.
- Tema: Educação.
- 1 fonte consultada nesta publicação.
Este resumo editorial foi elaborado a partir das referências listadas. Para conferir detalhes, contexto completo e atualizações, consulte a publicação original.




