A Polícia Civil pediu à Justiça a prisão temporária do padre Mário Reis, afastado das atividades da igreja em Bonfim Paulista, distrito de Ribeirão Preto (SP). O inquérito policial concluiu que o religioso cometeu os crimes de estupro de vulnerável e importunação sexual.
Em nota, o advogado Pedro Brichi Seixas dos Reis, que defende o padre, informou que a conclusão da investigação não significa culpa e criticou a apuração da polícia.
Em nota, o advogado Pedro Brichi Seixas dos Reis, que defende o padre, informou que a conclusão da investigação não significa culpa e criticou a apuração da polícia.
"Por dever de esclarecimento, registra-se que o relatório final de inquérito policial não constitui acusação formal, tampouco juízo de culpa. Trata-se de peça de natureza opinativa, produzida unilateralmente na fase investigativa, sem contraditório e sem ampla defesa, cujas conclusões não vinculam o Ministério Público nem o Poder Judiciário."
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O que mais importa
- A Polícia Civil pediu à Justiça a prisão temporária do padre Mário Reis, afastado das atividades da igreja em Bonfim Paulista, distrito de Ribeirão Preto (SP). O inquérito policial concluiu que o religioso cometeu os crimes de estupro de vulnerável e importunação sexual.
- Em nota, o advogado Pedro Brichi Seixas dos Reis, que defende o padre, informou que a conclusão da investigação não significa culpa e criticou a apuração da polícia.
- A notícia tem recorte direto para Ribeirão Preto/SP, com relevância para quem acompanha a rotina e a memória da cidade.
- A referência principal é a cobertura publicada por G1 Ribeirão Preto e Franca.
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