O reboque do navio Professor W. Besnard, que afundou em Santos, no litoral de São Paulo, ainda não foi autorizado pela Capitania dos Portos do estado (CPSP), quase cinco meses após ficar parcialmente submerso e inclinado.
O reboque do navio Professor W. Besnard, que afundou em Santos, no litoral de São Paulo, ainda não foi autorizado pela Capitania dos Portos do estado (CPSP), quase cinco meses após ficar parcialmente submerso e inclinado.
Conforme apurado pelo g1, a organização aguarda o envio de documentos para concluir a análise do procedimento. A expectativa era que, em maio, o navio já pudesse ser levado a um estaleiro, mas isso não ocorreu.
Segundo a Marinha do Brasil, a operação envolve medidas de segurança para evitar acidentes que possam afetar o meio ambiente, a segurança da navegação e o fluxo de embarcações no Porto de Santos. Nenhuma nova data havia sido divulgada até a última atualização desta reportagem.
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O que mais importa
- O reboque do navio Professor W. Besnard, que afundou em Santos, no litoral de São Paulo, ainda não foi autorizado pela Capitania dos Portos do estado (CPSP), quase cinco meses após ficar parcialmente submerso e inclinado.
- Conforme apurado pelo g1, a organização aguarda o envio de documentos para concluir a análise do procedimento. A expectativa era que, em maio, o navio já pudesse ser levado a um estaleiro, mas isso não ocorreu.
- A notícia tem recorte direto para Santos/SP, com relevância para quem acompanha a rotina e a memória da cidade.
- A referência principal é a cobertura publicada por TV Tribuna.
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