Resumo Minuto Regional
Gisele Fiales ficou tetraplégica após ser baleada pelo ex-companheiro há mais de 30 anos. Hoje, ela usa a experiência de ter sobrevivido a uma tentativa de feminicídio como um alerta para ajudar outras mulheres em São Vicente, no litoral de São Paulo.
Além de ser ativista, a mulher de 49 anos está estudando investigação forense e perícia criminal. Ao g1, ela explicou ter sido motivada pela importância desse trabalho para as vítimas de feminicídio, como o caso do tenente-coronel Geraldo Neto, acusado de matar a esposa Gisele Alves, encontrada morta com um tiro na cabeça, no apartamento onde o casal morava em São Paulo.
"Se não fosse o trabalho incrível da perícia, não ia ser descoberto. Então, a perícia é a última voz da vítima. É um trabalho que me motiva para a justiça ser feita e esse tipo de crime não ficar impune", destacou Gisele.
Contexto da publicação
- Localidade: Santos/SP.
- Tema: Segurança.
- 1 fonte consultada nesta publicação.
Este resumo editorial foi elaborado a partir das referências listadas. Para conferir detalhes, contexto completo e atualizações, consulte a publicação original.




