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Justiça Militar julga capitão e cabo da PM acusados de matar sargento de Franca, SP, dentro quartel

Ribeirão Preto•Segurança•Atualizado há 27 d
Justiça Militar julga capitão e cabo da PM acusados de matar sargento de Franca, SP, dentro quartel
Em 30 segundos
• O que aconteceu:O Tribunal de Justiça Militar de São Paulo realiza nesta terça-feira (15) o julgamento do capitão Francisco Laroca e do cabo Fabiano Rizzo, acusados pelo homicídio do sargento Rullian Ricardo da Silva. O crime ocorreu em abril de 2023, dentro de um alojamento da Polícia Militar na capital paulista. Os réus respondem por homicídio qualificado, sob a acusação de terem utilizado recurso que dificultou a defesa da vítima e de terem se aproveitado da condição de militares em serviço, além de responderem por fraude processual. A audiência, conduzida pela 4ª Auditoria Militar, é presidida por um conselho composto por um tenente e três majores da corporação.
• Onde:Ribeirão Preto/SP
• Quem é afetado:Moradores e comunidade de Ribeirão Preto
• O que acontece agora:Acompanhamento dos desdobramentos oficiais pela redação

Resumo Minuto Regional

O Tribunal de Justiça Militar de São Paulo realiza nesta terça-feira (15) o julgamento do capitão Francisco Laroca e do cabo Fabiano Rizzo, acusados pelo homicídio do sargento Rullian Ricardo da Silva. O crime ocorreu em abril de 2023, dentro de um alojamento da Polícia Militar na capital paulista. Os réus respondem por homicídio qualificado, sob a acusação de terem utilizado recurso que dificultou a defesa da vítima e de terem se aproveitado da condição de militares em serviço, além de responderem por fraude processual. A audiência, conduzida pela 4ª Auditoria Militar, é presidida por um conselho composto por um tenente e três majores da corporação.

O sargento Rullian, natural de Franca, possuía 17 anos de carreira e havia sido promovido um ano antes de sua morte. Conforme apurado, o conflito que culminou no óbito teve origem em uma divergência sobre a escala de trabalho. O militar, que planejava visitar a família em Franca durante o feriado de Páscoa, foi convocado de última hora pelo capitão Laroca para assumir um plantão. A discussão sobre essa alteração ocorreu no dia 6 de abril de 2023, dentro do alojamento onde o sargento foi atingido por disparos no pescoço e no tórax.

A versão apresentada pelo Comando da PM na época dos fatos indicava que o sargento teria sacado uma arma, levando o capitão a disparar três vezes em legítima defesa, seguido por um disparo efetuado pelo cabo Fabiano Rizzo, motorista do oficial. Contudo, a família da vítima contesta essa narrativa. Imagens captadas pela câmera acoplada à farda de um policial que atendeu a ocorrência mostram o sargento já baleado sobre um beliche e o momento em que um revólver calibre 32 foi retirado de perto dele. O socorro chegou a ser acionado via helicóptero Águia, mas o sargento não resistiu aos ferimentos.

A defesa dos dois policiais sustenta a tese de legítima defesa. Por outro lado, a advogada que representa a família da vítima, Pâmela Stradioti, afirma que a alegação dos réus não encontra respaldo nos elementos colhidos durante a investigação. O processo segue agora para a fase de instrução e julgamento perante o conselho especial de justiça, que avaliará as provas documentais, as imagens das câmeras corporais e os depoimentos prestados para determinar a responsabilidade dos acusados no episódio que resultou na morte do sargento dentro das dependências do quartel.

📍 Contexto RegionalO fato possui recorte confirmado para Ribeirão Preto/SP, município localizado na região de Ribeirão Preto.

Contexto da publicação

  • Localidade: Ribeirão Preto/SP.
  • Tema: Segurança.
  • 1 fonte consultada nesta publicação.

Este resumo editorial foi elaborado a partir das referências listadas. Para conferir detalhes, contexto completo e atualizações, consulte a publicação original.

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G1 Ribeirão Preto e FrancaPublicação que originou este resumo
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