O relatório final da Polícia Federal sobre a queda do avião da Voepass, que matou 62 pessoas em Vinhedo (SP) em 2024, aponta que o comandante Danilo Romano foi promovido sem ter a experiência mínima exigida pela própria companhia e acabou "coaptado" pela gestão para omitir panes em troca de uma ascensão rápida na carreira.
Segundo depoimento do comandante Marcelo Mantovani, Romano chegou à Voepass depois de pilotar jatos Airbus e assumiu o comando de aeronaves ATR sem experiência anterior no modelo.
Segundo depoimento do comandante Marcelo Mantovani, Romano chegou à Voepass depois de pilotar jatos Airbus e assumiu o comando de aeronaves ATR sem experiência anterior no modelo. A empresa exigia ao menos 1.000 horas de voo em ATR para a promoção.
A promoção foi autorizada durante a gestão de Rafael Gimenez Rodrigues na chefia de treinamento. Outro piloto ouvido pela PF, Luiz Cláudio de Almeida, afirmou que o próprio Romano dizia ter sido promovido rapidamente por causa de uma "relação de amizade e favores na chefia".
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O que mais importa
- O relatório final da Polícia Federal sobre a queda do avião da Voepass, que matou 62 pessoas em Vinhedo (SP) em 2024, aponta que o comandante Danilo Romano foi promovido sem ter a experiência mínima exigida pela própria companhia e acabou "coaptado" pela gestão para omitir panes em troca de uma ascensão rápida na carreira.
- Segundo depoimento do comandante Marcelo Mantovani, Romano chegou à Voepass depois de pilotar jatos Airbus e assumiu o comando de aeronaves ATR sem experiência anterior no modelo. A empresa exigia ao menos 1.000 horas de voo em ATR para a promoção.
- A notícia tem recorte direto para Ribeirão Preto/SP, com relevância para quem acompanha a rotina e a memória da cidade.
- A referência principal é a cobertura publicada por G1 Ribeirão Preto e Franca.
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