A saudade não diminui com o tempo. Há dois anos, familiares e amigos convivem com a dor e a busca por respostas e Justiça para as 62 vítimas do voo 2283 da Voepass, que caiu em Vinhedo (SP) em 9 de agosto de 2024.
A saudade não diminui com o tempo. Há dois anos, familiares e amigos convivem com a dor e a busca por respostas e Justiça para as 62 vítimas do voo 2283 da Voepass, que caiu em Vinhedo (SP) em 9 de agosto de 2024.
Adriana Ibba, mãe de Liz, de 3 anos, a vítima mais jovem da tragédia, define como "estranha" a percepção da passagem do tempo desde a notícia da queda. "Parece que foi ontem, porque está tudo ainda tão latente que não parece que se passaram dois anos", diz.
Vice-presidente da associação dos familiares das vítimas, Adriana afirma que a falta da filha, a sua "melhor amiga", é uma dor diária. É também dela que vem a força para continuar a luta por Justiça.
"Ela estaria fazendo 6 anos. Imagina só como ela não estaria? Mais falante do que já era, mais independente, em plena descoberta. A gente sempre se falava: 'Melhores amigas para sempre, né, mamãe?'. Então, realmente é difícil seguir sem a minha melhor amiga. Mas eu estou aqui firme por ela, e ela é minha força", conta.
O que mais importa
- A saudade não diminui com o tempo. Há dois anos, familiares e amigos convivem com a dor e a busca por respostas e Justiça para as 62 vítimas do voo 2283 da Voepass, que caiu em Vinhedo (SP) em 9 de agosto de 2024.
- Adriana Ibba, mãe de Liz, de 3 anos, a vítima mais jovem da tragédia, define como "estranha" a percepção da passagem do tempo desde a notícia da queda. "Parece que foi ontem, porque está tudo ainda tão latente que não parece que se passaram dois anos", diz.
- A notícia tem recorte direto para Ribeirão Preto/SP, com relevância para quem acompanha a rotina e a memória da cidade.
- A referência principal é a cobertura publicada por G1 Ribeirão Preto e Franca.
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