A biomédica Josiane Francischini Pereira classifica como desorganizada a atuação da empresa responsável pelo salto de rope jump que terminou na morte da estudante Maria Eduarda Rodrigues de Freitas no último sábado (13) em Limeira (SP).
A biomédica Josiane Francischini Pereira classifica como desorganizada a atuação da empresa responsável pelo salto de rope jump que terminou na morte da estudante Maria Eduarda Rodrigues de Freitas no último sábado (13) em Limeira (SP).
Segundo ela, não havia uma pessoa fixa responsável por cada etapa do processo, inclusive a checagem do equipamento.
“Quando a gente chegou lá, ficava a moça principal para receber, colocar as pulseirinhas e te dava uma senha. Aí ficava uma fila mais ou menos, mal organizada, não tinha uma pessoa fixa para colocar o equipamento certinho. Cada hora ia um, eles iam se revezando. Aí alguns iam comer, deitavam lá para dar uma descansada e voltavam. Então assim, a gente reparou que era uma desordem ali. Mas como éramos os últimos, a gente achou que, ‘ah, eles estavam aqui desde manhã, então tudo tranquilo’, diz.
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O que mais importa
- A biomédica Josiane Francischini Pereira classifica como desorganizada a atuação da empresa responsável pelo salto de rope jump que terminou na morte da estudante Maria Eduarda Rodrigues de Freitas no último sábado (13) em Limeira (SP).
- Segundo ela, não havia uma pessoa fixa responsável por cada etapa do processo, inclusive a checagem do equipamento.
- A referência principal é a cobertura publicada por G1 Ribeirão Preto e Franca.
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