A microexplosão que causou uma morte, destruiu casas, empresas e lavouras, derrubou árvores e 54 torres de transmissão, deixando cidades inteiras na região de Ribeirão Preto (SP) sem luz na última sexta-feira (24) não foi detectada pelos radares meteorológicos e muito menos prevista.
Segundo a meteorologista da Climatempo, Joséli Pegorim, este tipo de fenômeno é difícil de ser identificado, mesmo nos equipamentos mais modernos.
Segundo a meteorologista da Climatempo, Joséli Pegorim, este tipo de fenômeno é difícil de ser identificado, mesmo nos equipamentos mais modernos.
"Nós não conseguimos, tecnicamente, com todos os avanços que nós temos hoje, dar alertas de microexplosão ou de tornados com mais de 24 horas de antecedência. O que os meteorologistas conseguem antever é a possibilidade da formação de uma supercélula, mas onde, exatamente, ela vai se formar, só conseguimos ver através de imagens de radar meteorológico, imagens de satélite, pouco tempo antes de ela acontecer."
De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as informações disponíveis na sexta-feira consistiam em registros pontuais de velocidade do vento, precipitação, descargas atmosféricas e relatos locais, variáveis que indicavam a ocorrência de tempestades na região.
O que mais importa
- A microexplosão que causou uma morte, destruiu casas, empresas e lavouras, derrubou árvores e 54 torres de transmissão, deixando cidades inteiras na região de Ribeirão Preto (SP) sem luz na última sexta-feira (24) não foi detectada pelos radares meteorológicos e muito menos prevista.
- Segundo a meteorologista da Climatempo, Joséli Pegorim, este tipo de fenômeno é difícil de ser identificado, mesmo nos equipamentos mais modernos.
- A notícia tem recorte direto para Ribeirão Preto/SP, com relevância para quem acompanha a rotina e a memória da cidade.
- A referência principal é a cobertura publicada por G1 Ribeirão Preto e Franca.
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