O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) negou habeas corpus ao empresário Wellington Mazini, preso desde fevereiro após se apresentar como médico em uma unidade de saúde de Cananéia (SP). O pedido também havia sido rejeitado em decisão liminar, de caráter provisório, em março deste ano.
A fraude foi descoberta após o acusado relatar ter visto a vesícula de uma paciente que não possui o órgão, conforme apontado nas investigações. Wellington foi preso em flagrante e teve a prisão convertida em preventiva pela Justiça.
Segundo as investigações, Mazini usou o CRM de Enrico Di Vaio, de quem era sócio em uma clínica na capital, para realizar atendimentos em um hospital de Cananéia. Em depoimento, o empresário disse que teria agido a mando do médico e que receberia R$ 1,5 mil pelo serviço. Enrico Di Vaio morreu no fim de fevereiro.
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A fraude foi descoberta após o acusado relatar ter visto a vesícula de uma paciente que não possui o órgão, conforme apontado nas investigações. Wellington foi preso em flagrante e teve a prisão convertida em preventiva pela Justiça.
O que mais importa
- O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) negou habeas corpus ao empresário Wellington Mazini, preso desde fevereiro após se apresentar como médico em uma unidade de saúde de Cananéia (SP). O pedido também havia sido rejeitado em decisão liminar, de caráter provisório, em março deste ano.
- Segundo as investigações, Mazini usou o CRM de Enrico Di Vaio, de quem era sócio em uma clínica na capital, para realizar atendimentos em um hospital de Cananéia. Em depoimento, o empresário disse que teria agido a mando do médico e que receberia R$ 1,5 mil pelo serviço. Enrico Di Vaio morreu no fim de fevereiro.
- A notícia tem recorte direto para Santos/SP, com relevância para quem acompanha a rotina e a memória da cidade.
- A referência principal é a cobertura publicada por TV Tribuna.
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