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Indústria de massas e biscoitos cobra simplificação tributária de presidenciáveis

Agro•Atualizado há 21 d
Indústria de massas e biscoitos cobra simplificação tributária de presidenciáveis
Em 30 segundos
• O que aconteceu:A Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi) entregou aos candidatos à Presidência da República um documento contendo diretrizes estratégicas para o setor. O objetivo da entidade é obter compromissos claros do próximo governo federal voltados à simplificação tributária, segurança jurídica e modernização regulatória, visando aumentar a competitividade de uma cadeia produtiva que movimenta R$ 70,4 bilhões anualmente no país.
• Onde:Regional
• Quem é afetado:População regional
• O que acontece agora:Acompanhamento dos desdobramentos oficiais pela redação

Resumo Minuto Regional

A Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi) entregou aos candidatos à Presidência da República um documento contendo diretrizes estratégicas para o setor. O objetivo da entidade é obter compromissos claros do próximo governo federal voltados à simplificação tributária, segurança jurídica e modernização regulatória, visando aumentar a competitividade de uma cadeia produtiva que movimenta R$ 70,4 bilhões anualmente no país.

O setor, que está presente em 99,7% dos lares brasileiros e responde por 80% do mercado nacional de massas, pães, bolos e biscoitos, sustenta que o sistema fiscal atual é excessivamente complexo. A associação destaca que a carga tributária elevada e as dificuldades operacionais impactam diretamente a geração de empregos, que hoje totaliza mais de 1,2 milhão de postos de trabalho diretos e indiretos em todo o território nacional.

Além da questão tributária, a entidade aponta a volatilidade dos preços de insumos estratégicos, como o trigo, como um desafio constante para a indústria. Somam-se a esse cenário os gargalos de infraestrutura e os elevados custos logísticos, que encarecem a distribuição dos produtos e reduzem a margem de manobra das empresas. A Abimapi defende que o próximo governo priorize o fortalecimento das cadeias produtivas nacionais para mitigar esses impactos.

No âmbito do comércio internacional, a associação manifestou preocupação com a aplicação recente de tarifas sobre produtos brasileiros. Segundo a entidade, essas medidas têm prejudicado as exportações, desestimulado novos investimentos no setor e afetado a entrada de divisas no país. A demanda é por uma política externa que favoreça a competitividade da indústria de alimentos brasileira no mercado global.

Outro ponto de atrito reside na esfera regulatória, especificamente quanto ao uso da classificação de alimentos ultraprocessados como critério para rotulagem, tributação e restrições publicitárias. A Abimapi argumenta que esse modelo gera insegurança jurídica e distorções concorrenciais. A entidade solicita que o próximo governo coloque o setor produtivo no centro da estratégia de crescimento nacional, focando em uma agenda que elimine barreiras indiretas ao comércio.

Contexto da publicação

  • Tema: Agro.
  • 1 fonte consultada nesta publicação.

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