Quando se fala em Ribeirão Preto (SP), a primeira imagem que vem à cabeça costuma ser a força do agronegócio e o domínio da música sertaneja. Longe do circuito comercial, no entanto, a cidade mantém uma cena roqueira ativa e movida pela paixão de músicos e fãs.
Quando se fala em Ribeirão Preto (SP), a primeira imagem que vem à cabeça costuma ser a força do agronegócio e o domínio da música sertaneja.
O mercado local abriga realidades diferentes. De um lado, bandas que reproduzem sucessos de grupos clássicos conseguem agenda frequente em bares. Do outro, artistas que investem em músicas autorais encontram barreiras e precisam buscar público na capital. (entenda abaixo)
Produtor musical e colecionador de mais de 10 mil discos de vinil, Frederico Batista acompanha o cenário de perto e organiza eventos de rock na cidade. Ele explica que o gênero hoje atua de forma independente, mas mantém uma base sólida de fãs.
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O que mais importa
- Quando se fala em Ribeirão Preto (SP), a primeira imagem que vem à cabeça costuma ser a força do agronegócio e o domínio da música sertaneja. Longe do circuito comercial, no entanto, a cidade mantém uma cena roqueira ativa e movida pela paixão de músicos e fãs.
- O mercado local abriga realidades diferentes. De um lado, bandas que reproduzem sucessos de grupos clássicos conseguem agenda frequente em bares. Do outro, artistas que investem em músicas autorais encontram barreiras e precisam buscar público na capital. (entenda abaixo)
- A notícia tem recorte direto para Ribeirão Preto/SP, com relevância para quem acompanha a rotina e a memória da cidade.
- A referência principal é a cobertura publicada por G1 Ribeirão Preto e Franca.
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