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Dólar fecha em alta de 0,10% e acumula ganho de 0,37% na semana

Agro•Atualizado há 20 d
Dólar fecha em alta de 0,10% e acumula ganho de 0,37% na semana
Em 30 segundos
• O que aconteceu:O dólar à vista encerrou a última sexta-feira (18) cotado a R$ 5,1442, registrando uma alta de 0,10%. Embora tenha iniciado o dia com maior pressão, chegando a atingir R$ 5,1662 durante o período da manhã, a moeda americana reduziu seu ritmo de avanço ao longo da tarde. Com esse resultado, a divisa acumulou uma valorização de 0,37% ao longo da semana, influenciada principalmente pelo fortalecimento global do dólar após a decisão de elevar as taxas de juros pelo Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos.
• Onde:Regional
• Quem é afetado:População regional
• O que acontece agora:Acompanhamento dos desdobramentos oficiais pela redação

Resumo Minuto Regional

O dólar à vista encerrou a última sexta-feira (18) cotado a R$ 5,1442, registrando uma alta de 0,10%. Embora tenha iniciado o dia com maior pressão, chegando a atingir R$ 5,1662 durante o período da manhã, a moeda americana reduziu seu ritmo de avanço ao longo da tarde. Com esse resultado, a divisa acumulou uma valorização de 0,37% ao longo da semana, influenciada principalmente pelo fortalecimento global do dólar após a decisão de elevar as taxas de juros pelo Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos.

O comportamento da moeda no mercado doméstico acompanhou uma desaceleração observada no exterior, onde o iene diminuiu suas perdas. Além disso, o impacto inicial provocado pela pesquisa eleitoral Datafolha, divulgada na quinta-feira (17), perdeu força no decorrer do dia, o que auxiliou na recuperação do real. No cenário mensal, o dólar ainda apresenta um recuo de 0,69% ante a moeda brasileira, após ter registrado uma alta de 2,16% durante o mês de agosto.

No âmbito internacional, o índice DXY, que monitora o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, operava aos 100,196 pontos no final da tarde, com leve queda de 0,05%. Pela manhã, o indicador havia atingido 100,564 pontos, o maior nível registrado nas últimas sete semanas. No acumulado semanal, o índice apresentou ganho de pouco mais de 1%, enquanto no ano a valorização chega a quase 2%.

Para garantir a liquidez no mercado local, o Banco Central realizou, durante a manhã de sexta-feira, um leilão de linha com compromisso de recompra, vendendo US$ 1 bilhão. Somando-se a outras operações realizadas ao longo do mês, a autoridade monetária já injetou um total de US$ 2 bilhões no sistema. Especialistas apontam que a pressão sobre o câmbio é impulsionada tanto pela sazonalidade do fim de trimestre quanto pelo aumento das remessas de divisas ao exterior, motivadas pelo cenário da corrida presidencial.

O economista-chefe da Franklin Templeton Brasil, Adauto Lima, observou que o dólar mantém um fôlego limitado, o que contribui para que a taxa de câmbio permaneça em um patamar comportado, oscilando entre R$ 5,00 e R$ 5,20. Segundo o analista, os termos de troca, impulsionados pela alta do petróleo, favorecem o real, enquanto a volatilidade eleitoral atua como um fator de pressão contrária. O mercado segue atento à combinação entre o aperto monetário americano e a atuação do Banco Central brasileiro.

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