A febre das figurinhas da Copa do Mundo ganhou um formato diferente nas salas de aula de uma escola municipal de Ribeirão Preto (SP). Para aproveitar o interesse das crianças pelo tema, um professor de Arte decidiu transformar os alunos nas estrelas da brincadeira.
Os atributos de força no jogo, no entanto, não foram sorteados. Os números saíram das avaliações sobre os cadernos em dia e o comportamento das turmas durante as aulas (entenda abaixo).
A iniciativa uniu desenho e tecnologia para as turmas dos 4º e 5º anos. Cada estudante fez um autorretrato e imaginou um uniforme. Depois, as artes viraram um baralho personalizado para cada aluno, onde as cartas receberam notas de ataque, defesa e drible.
Os atributos de força no jogo, no entanto, não foram sorteados. Os números saíram das avaliações sobre os cadernos em dia e o comportamento das turmas durante as aulas (entenda abaixo).
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O que mais importa
- A febre das figurinhas da Copa do Mundo ganhou um formato diferente nas salas de aula de uma escola municipal de Ribeirão Preto (SP). Para aproveitar o interesse das crianças pelo tema, um professor de Arte decidiu transformar os alunos nas estrelas da brincadeira.
- A iniciativa uniu desenho e tecnologia para as turmas dos 4º e 5º anos. Cada estudante fez um autorretrato e imaginou um uniforme. Depois, as artes viraram um baralho personalizado para cada aluno, onde as cartas receberam notas de ataque, defesa e drible.
- A notícia tem recorte direto para Ribeirão Preto/SP, com relevância para quem acompanha a rotina e a memória da cidade.
- A referência principal é a cobertura publicada por G1 Ribeirão Preto e Franca.
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