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Confederações empresariais criticam avanço da PEC do fim da escala 6×1

Agro•Atualizado há 5 h
Confederações empresariais criticam avanço da PEC do fim da escala 6×1
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• O que aconteceu:Um grupo de confederações empresariais manifestou, nesta quarta-feira (7), preocupação com a inclusão na pauta do Congresso Nacional da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala de trabalho 6x1. Embora reconheçam a legitimidade do tema, as entidades defendem a necessidade de um debate mais amplo e aprofundado antes de qualquer votação, argumentando que uma mudança dessa magnitude exige uma análise criteriosa sobre seus efeitos na economia, nos investimentos e na manutenção dos empregos formais no país.
• Onde:Regional
• Quem é afetado:População regional
• O que acontece agora:Acompanhamento dos desdobramentos oficiais pela redação

Resumo Minuto Regional

Um grupo de confederações empresariais manifestou, nesta quarta-feira (7), preocupação com a inclusão na pauta do Congresso Nacional da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala de trabalho 6x1. Embora reconheçam a legitimidade do tema, as entidades defendem a necessidade de um debate mais amplo e aprofundado antes de qualquer votação, argumentando que uma mudança dessa magnitude exige uma análise criteriosa sobre seus efeitos na economia, nos investimentos e na manutenção dos empregos formais no país.

O manifesto é assinado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), Confederação Nacional do Transporte (CNT), Confederação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e Organização das Cooperativas do Brasil (OCB). O grupo sustenta que a alteração na jornada de trabalho impactaria diretamente diversos setores, incluindo saúde, serviços, transporte e o segmento agropecuário, sendo este último representado pela CNA e pela OCB na nota conjunta.

As entidades alertam que a implementação da medida poderia elevar os custos de produção, pressionar a inflação e reduzir o ritmo de novas contratações formais. Segundo projeções da CNI, a redução do limite de horas semanais poderia resultar em um aumento de até R$ 267,2 bilhões nos custos produtivos. Além disso, a estimativa da confederação aponta para uma possível queda de 0,7% no Produto Interno Bruto (PIB) nacional e um reajuste médio de 6,2% nos preços ao consumidor final.

Para o setor empresarial, a tramitação da proposta antes do segundo turno das eleições é considerada inoportuna. O posicionamento reforça que qualquer alteração nas regras trabalhistas deve passar por um processo de discussão que envolva todos os segmentos econômicos afetados, garantindo que as consequências sobre a produtividade e a estabilidade financeira do país sejam devidamente avaliadas pelos parlamentares antes de qualquer decisão definitiva sobre o texto constitucional.

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  • Tema: Agro.
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